LINDBERGH FAZ CAGADA CONFESSA CRIME E ENTREGA A CABEÇA DE MORAES DE BANDEJA PRA TRUMP!
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É, a gente precisa agradecer ao Lindberg Farias. Sério, em um único post, o petista conseguiu fazer mais pela direita do que meses de articulação. Ele, que se acha o grande defensor do sistema, abriu a boca para atacar e acabou confessando o crime de Lawir e entregando a cabeça do seu amigo Alexandre de Moraes para Donald Trump. é a prova de que às vezes o nosso maior aliado é a completa falta de inteligência do nosso inimigo. Vamos tentar entender juntos a profundidade e a beleza quase que cômica do que aconteceu. Porque este episódio para mim é o retrato perfeito de como a arrogância e a falta de preparo podem destruir a mais bem montada das narrativas. É a história de um tiro que não apenas saiu pela culatra, mas que ricocheteou e acertou em cheio o próprio atirador e o general que ele tentava proteger. E o protagonista dessa atrapalhada toda é como vimos o deputado Lindberg Farias. Paraa gente entender o tamanho do erro dele, a gente precisa primeiro entender o que que ele estava tentando fazer. A pressão internacional sobre o Supremo Tribunal Federal está no seu auge. A lei Magnitsk já era uma realidade para o ministro Alexandre de Morais e a ameaça de novas sanções está no ar. Nesse clima, o advogado que representa os interesses de Donald Trump no Brasil, Martim Deuca, fez uma postagem questionando o passado do próprio Lindberg, lembrando de seu envolvimento em delações da Odebrest. Era uma provocação, uma forma de questionar a moral de quem tanto ataca os outros. E o que um político experiente e inteligente faria, talvez ignorasse, talvez respondesse de forma elegante, se defendendo e voltando ao ponto principal. Mas o Lindberg Farias não é um político experiente e inteligente. Ele é, na minha opinião, um militante. E um militante não debate, ele ataca. Movido por essa ânsia de lacrar, de mostrar serviço para a sua bolha, ele resolveu escrever uma resposta que ele deve ter achado que seria demolidora e foi. Só que demoliu o próprio lado. Vamos analisar o que ele escreveu. Ele tentou ser irônico, chamando o advogado de Trump de vassalo político. Ele tentou criminalizar atitudes que não são crimes, como o fato de Jair Bolsonaro ter se abrigado na embaixada da Hungria ou de sua nora ter redigido um pedido de asilo. Isso em qualquer lugar do mundo é o exercício de um direito, não um crime. Mas o pior, o erro fatal, a confissão que vai ecoar por muito tempo, veio no final.